Floripa Se Liga Na Rede começa inspeções no Bom Abrigo

Floripa Se Liga Na Rede começa inspeções no Bom Abrigo

Bairro é o primeiro a receber o trabalho desta nova fase do programa
foto/divulgação: Se Liga Na Rede

Morador elogiou trabalho da equipe do Se Liga Na Rede

Com o objetivo de aproximar o poder público da população e melhorar os serviços de coleta e tratamento de esgoto, a Prefeitura de Florianópolis e a CASAN iniciaram esta semana o trabalho de inspeção no bairro Bom Abrigo. Equipes do Programa Floripa Se Liga Na Rede, formadas por técnicos e estagiários de engenharia, estão visitando os imóveis para fazerem um diagnóstico da ligação de cada terreno da região com a rede coletora de esgoto. Nos casos em que são constatadas irregularidades, os profissionais oferecem orientações técnicas do que precisa ser feito e apresentam uma lista de empresas habilitadas pela Prefeitura e Casan para efetuarem obras de regularização.

 

O superintendente de Habitação e Saneamento da Prefeitura, Lucas Arruda, agradeceu a receptividade da comunidade local. “É importante esse apoio das lideranças do bairro para desempenharmos o trabalho da maneira mais eficiente possível. Saneamento se resolve com parcerias assim, entre sociedade e poder público. Estamos confiantes de que o resultado será positivo para os moradores”, enalteceu.

 

Na manhã desta quarta-feira, o administrador João Barbosa Tarifa, de 49 anos, abriu as portas da sua residência para a inspeção. “O pessoal é educado e faz um trabalho legal. Acho que temos que dar todo apoio, pois será para benefício da comunidade. Quem não quer resolver a questão do esgoto lançado na nossa praia, não é mesmo?”, disse João .

 

Além das equipes que vistoriam as edificações, foi montada uma base na sede da Associação de Moradores Amigos do Bom Abrigo (Amaba) para atender a comunidade, tirar dúvidas ou agendamento de inspeções. Os trabalhos no Bom Abrigo devem seguir até o início de outubro, quando nova base será montada no Abraão.

 

Nesta nova fase do Floripa Se Liga Na Rede, os responsáveis por imóveis que forem notificados com alguma irregularidade poderão utilizar o Cartão de Crédito Se Liga Na Rede, da Caixa Econômica Federal. O financiamento inédito no país cobre despesas de material de construção e mão de obra, em até 60 vezes.

http://www.pmf.sc.gov.br/entidades/seliganarede/index.php?pagina=notpagina&menu=&noti=19933

Floripa Se Liga na Rede

A empresa Base Ambiental participou da capacitação do programa “Se Liga Na Rede”, e está certificada a fiscalizar as instalações sanitárias das residências.

Floripa Se Liga Na Rede habilita empresas para fazerem ligações de imóveis à rede de esgoto.

Capacitação gratuita foi ministrada em aula teórica e prática para empresas e profissionais autônomos.

Nesta terça-feira (28), a Prefeitura Municipal de Florianópolis (PMF) e a Companhia Catarinense de Água e Saneamento (CASAN) deram mais um passo em conjunto visando promover a interligação de todos os imóveis atendidos por rede pública de esgoto da cidade. Por meio do Programa Floripa Se Liga Na Rede, foi oferecida a capacitação gratuita “Como fazer a ligação de esgoto do imóvel à rede da Casan” para empresas e profissionais autônomos que trabalham com instalação hidráulica, encanamento e construção.

De acordo com o coordenador do programa e superintendente municipal de Habitação e Saneamento, Lucas Arruda, o objetivo do curso foi o de habilitar empresas para prestarem serviços de regularização das edificações inspecionadas pelas equipes do programa que apresentem alguma inadequação. Além de serem indicados oficialmente pela PMF e Casan, os participantes serão credenciados pela Caixa Econômica Federal para atender os correntistas do banco que optarem por utilizar o Cartão de Crédito Se Liga Na Rede, novidade desta fase do programa e que vai dar condições financeiras para que o proprietário possa arcar com os custos tanto de material de construção, quanto de mão-de-obra.

“O curso foi uma etapa marcante do programa, pois nos permitiu orientar os profissionais que vão nos ajudar a resolver os problemas da cidade quanto a ligação de esgoto. São empresas e trabalhadores que vão ser os primeiros a participarem do financiamento com o Cartão Se Liga Na Redes. Com essa medida, portanto, estamos dando as condições para acabar de vez com as ligações clandestinas, oferecendo quem faz a adequação e dando condições para pagar”, disse Arruda.

Sobre o curso

O curso “Como fazer a ligação de esgoto do imóvel à rede da Casan” foi ministrado pelo engenheiro Igor Puff Floriano. Em dois turnos, a capacitação teve pela manhã aula teórica no Auditório da Aresc e, à tarde, aula prática interativa em uma instalação hidráulica simulada nas dependências da Estação de Tratamento de Esgoto Insular, da Casan.

“Foi importante trocar experiências com quem está no mercado e ao mesmo tempo alinhar com eles uma parceria para tornar mais efetiva a ação do Floripa Se Liga Na Rede lá na ponta, no atendimento do munícipe”, destacou Floriano.

Ao final, o gerente geral da Agência Caixa Econômica Federal, Carlos Renato Rossetto, prestou esclarecimento sobre como será feito o credenciamento das empresas no banco para poder oferecer o serviço sob o financiamento.

“Esta condição é inédita no país, pois esse cartão vai possibilitar não só o pagamento do material de construção, mas também da mão-de-obra. É um passo importante para o futuro de nossa cidade e a qualidade de vida de nossos filhos”, ressaltou.

O certificado do curso será uma das condições para o credenciamento no banco.

http://www.pmf.sc.gov.br/entidades/seliganarede/index.php?pagina=notpagina&menu=&noti=19918

 

45,2% dos municípios não têm planos de resíduos sólidos no país

Dado faz parte do Perfil dos Municípios Brasileiros do IBGE de 2017

Pouco mais da metade dos municípios (54,8%) do Brasil possui um Plano Integrado de Resíduos Sólidos, apesar de ser obrigação de todas as gestões municipais elaborar esses planos e providenciar sua execução, com metas de melhorias.

Sem o plano, uma cidade não pode obter recurso para fechar lixão e construir um aterro de forma consorciada com cidades vizinhas, por exemplo.

Lixão em Barcarena (PA), na região metropolitana de Belém
Lixão em Barcarena (PA), na região metropolitana de Belém – Eduardo Anizelli – 6.mar.2018/Folhapress

Os dados estão no Perfil dos Municípios Brasileiros (Munic 2017) do IBGE, uma radiografia atualizada das 5.570 cidades do país, divulgado na quinta-feira (5).

O fato de não ter plano de gestão de resíduos indica que, muito provavelmente, as administrações de grande parte das cidades não têm e não recolhem informações sobre o lixo que geram e não têm projetos de tratamento adequado ou reciclagem que possam ser verificados e avaliados pela população.

Para fazer um plano integrado, a gestão municipal tem de realizar antes um diagnóstico da situação local. Depois do diagnóstico, devem ser estipuladas regras e metas de redução da geração por meio da reciclagem.

Os planos são braços municipais da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Sem eles, não é possível obter recursos federais para financiar o desenvolvimento nessa área. Isso quer dizer não ter dinheiro para criar rotas seguras para a destinação final dos resíduos, como os aterros sanitários, e fechar os lixões. Só para lembrar, cerca de 75 milhões de brasileiros usam os 3.000 lixões ou aterros inadequados ativos no país.

O Munic também aponta que 68,2% das cidades registraram a ocorrência de impactos ambientais em 2017, sendo que, em 36,5% dos casos, o motivo foi a destinação inadequada de esgoto. Apesar disso, 59% dos municípios não têm nenhum instrumento voltado à prevenção de desastres.

Em apenas 47,1% dos municípios existe legislação ambiental ou instrumento de gestão sobre saneamento básico, só 41,9% têm alguma iniciativa de coleta seletiva de resíduos sólidos domésticos. E somente 15,1% das cidades asseguram o destino correto de embalagens de produtos agrotóxicos.

E as cidades vão mal de emprego e renda. Segundo estudo da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), divulgado em 28 de junho, a deterioração do trabalho e da renda afetou quase mil municípios do país: em 2013 eram 1.761 cidades com desenvolvimento alto ou moderado. O número caiu para 825 em 2016.

A Firjan monitora geração de emprego formal e renda, massa salarial e desigualdade de renda. Entre 2013 e 2015, emprego e renda do total caíram 20%. Se crescesse a 1,5% ao ano, o indicador voltaria ao nível de 2013 daqui a 9 anos, em 2027.

Enquanto isso, está na pauta do Congresso um projeto que libera a criação de novos municípios. Com ele, até 400 novas cidades podem nascer.

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/maragama/2018/07/452-dos-municipios-nao-tem-planos-de-residuos-solidos-no-pais.shtml

Congresso Catarinense de Saneamento – CONCASAN

Será realizado nos dias 6, 7 e 8 de junho, em Florianópolis, a segunda edição do Congresso Catarinense de Saneamento – CONCASAN.

O evento de três dias contará com palestrantes nacionais e internacionais e profissionais de renome do mercado. Ainda, para colaborar com a discussão, o congresso incluirá uma grande feira composta por empresas apresentando os principais avanços e tecnologias do setor.

Com organização do SENGE-SC (Sindicato dos Engenheiros) e patrocínio das principais instituições relacionadas à área de saneamento e meio ambiente em Santa Catarina, o evento tem como temaprincipal responder a seguinte pergunta: “Como serão as cidades do amanhã?”.

A primeira edição do evento, que aconteceu nos dias 31 de agosto e 1º de setembro de 2017, contou com mais de 2200 congressistas por dia e trouxe os maiores nomes do saneamento mundial, como o Professor George Tchobanoglous, autor de diversas publicações referência na engenharia, além de demais personalidades importantes da área, como Marcos Von Sperling, especialista em tratamento de efluentes e controle de poluição das águas.

A segunda edição segue a mesma linha, com participações de nomes internacionais, como Sandy Scott-Roberts e Sofia Cordeiro, da Califórnia e Lisboa, respectivamente, e demais profissionais que tratarão de assuntos como perdas aparentes, lixo zero, tratamento de efluentes, entre outros.

O Congresso acontecerá no Centro de Eventos Luiz Henrique da Silveira, Rodovia SC-401, km 01, S/N – Trevo de Canasvieira, Florianópolis – SC, 88054-200.

Maiores informações: http://concasan.com.br

Estudo de Impacto de Vizinhança – EIV

No dia 16 de maio de 2018, às 19:00hs, no Centro de Vigilância a Saúde, na Rua José Fendrich, no Bairro Progresso, em São Bento do Sul a Empresa Base Ambiental fez a apresentação do Estudo de Impacto de Vizinhança – EIV na Audiência Pública da construção da Penitenciária Industrial.

Estiveram presentes o Secretário de Estado da Justiça e Cidadania, Leandro Antônio Soares Lima; o Prefeito Municipal de São Bento do Sul, Magno Bolman; o Secretário da Agência de Desenvolvimento Regional de Mafra, Abel Schroeder; o Comandante do 23° Batalhão de Polícia Militar, Ten. Cel. Fabiano Dias Perfeito; bem como moradores e lideranças comunitárias da região e do município.

O Geógrafo Hermann Mondl, da empresa Base Ambiental, fez a apresentação do estudo, ressaltando os aspectos abordados pelo EIV, assim como a explicação dos impactos da penitenciária na vizinhança.

Após a apresentação foram abertas as inscrições para as perguntas, momento esse onde os participantes podem tirar suas dúvidas e fazer suas colocações. A população teve grande participação, fazendo inúmeras perguntas e colocações, todas prontamente respondidas pelo Secretário Leandro Antônio Soares Lima e demais participantes da mesa.

A reunião estendeu-se até aproximadamente ás 22:30h de forma tranquila até exauriram-se todos os questionamentos.

 

Base Ambiental realiza estudos de impacto de vizinhança para unidades prisionais em SC

A Empresa Base Ambiental Engenharia e Meio Ambiente está realizando os Estudos de Impacto de Vizinhança (EIV) de 5 unidades prisionais no Estado de Santa Catarina. O trabalho está sendo realizado por meio do edital de tomada de preço Nº 0082/SJC/2013 da Secretaria de Justiça e Cidadania.

Mapa das áreas de vizinhança – Penitenciária Sul.

A elaboração destes estudos objetiva determinar as interferências causadas pela ampliação implantação das unidades prisionais sobre seu entorno, determinando os  impactos positivos e negativos que possam interferir direta ou indiretamente na dinâmica urbana.

Os estudos estão sendo realizados de acordo com o Estatuto da Cidade (Lei Federal nº 10.257/2001), o qual institui o Estudo de Impacto de Vizinhança como um instrumento de mediação e integração entre os interesses privados, sociais, ambientais e urbanos.

Penitenciária Sul – Criciúma.

A análise dos impactos contemplada na elaboração deste EIV abrange informações sobre  adensamento populacional; equipamentos urbanos e comunitários; uso e ocupação do solo; valorização imobiliária; geração de tráfego; demanda por transporte público; paisagem urbana e; patrimônio natural e cultural, conforme Art. 37 da Lei supracitada.

A Base Ambiental está certa de que seus trabalhos contribuem para democratizar a tomada de decisão sobre os grandes empreendimentos das cidades, buscando adequações que gerem melhorias sociais, ambientais e urbanísticas no projeto.

O BLOG

 

O Blog da BASE AMBIENTAL foi idealizado para ser um canal de comunicação ágil e acessível, no qual serão tratados temas socioambientais relacionados a legislação ambiental, licenciamento, gerenciamento de resíduos sólidos, gestão ambiental, entre outras informações úteis para a construção de uma sociedade ecologicamente mais equilibrada e socialmente mais justa. Confiram!