Ação de plantio de mudas frutíferas

A Base Ambiental foi convidada por um de seus clientes a participar de uma ação muito especial na Semana do Meio Ambiente.

O projeto, idealizado pelos colaboradores da empresa, chama-se Onda Verde e objetivou o plantio de mais de 100 mudas de espécies frutíferas pelos próprios funcionários. Aqueles que participaram da Ação puderam “adotar” a muda, com a colocação do seu nome na placa.

Após o crescimento das plantas, as frutas serão consumidas nas refeições servidas no refeitório do empreendimento, que atende mais de 500 colaboradores.

Além de fornecer as mudas frutíferas, a Base Ambiental participou da ação, com o plantio de uma muda de “Tangerina Ponkan”.

Todas as mudas são adequadas ao clima da nossa região e foram adquiridas de viveiro devidamente licenciado na Grande Florianópolis, passando por uma análise técnica (tamanho, sanidade, deficiência nutricional, etc), realizada por um eng. agrônomo da consultora ambiental. As mudas escolhidas contemplaram uma boa diversidade de espécies, agradando a todos os gostos dos futuros consumidores, dentre elas, as frutas cítricas como tangerinas, laranjas e limões, além de cereja, atemoia, pitanga, goiaba e jabuticaba.   

Os participantes receberam as covas devidamente abertas, com dimensões e espaçamentos adequados para o plantio. Os adubos e a terra orgânica foram fornecidos por empresa parceira, e cada colaborador recebeu uma quantidade adequada para o devido plantio.

Você sabe como fazer a manutenção da caixa de gordura?

A exemplo de Florianópolis, com os programa ‘Floripa se liga na rede’, algumas outras cidades do litoral de Santa Catarina estão realizando, em parceria com a companhia de saneamento local, ações de fiscalização sanitária com objetivo de identificar irregularidades nas ligações de esgoto na rede pública de coleta.

Entre as irregularidades mais comuns está a falta da caixa de gordura ou caixas inadequadas, sem a presença de um dispositivo que retenha a gordura na caixa e que evite o encaminhamento para rede coletora.

A caixa de gordura deve ser implantada para receber, exclusivamente, os efluente provenientes de pias de cozinha, churrasqueiras e máquinas de lavar louças, e devem ser instaladas em local com boas condições de ventilação e fácil acesso para manutenção.

Quando está corretamente projetada, a gordura fica retida e forma um resíduos pastoso, que deve ser removido com determinada frequência, que vai depender do tamanho da caixa e dos hábitos de uso de gordura dos moradores.

Mas você sabe qual a maneira correta de descarte desse material?

A caixa pode ser limpa pelo próprio morador, e a pasta branca que forma na superfície deve ser retirada utilizando luvas de borracha e sacos plásticos, e posteriormente encaminhada para o lixo comum, a ser recolhido pela prefeitura.

No caso de condomínios ou estabelecimentos comerciais, que possuem caixas maiores, a limpeza pode ser feita contratando um caminhão “limpa-fossa”, que possua licença ambiental para a atividade. Neste serviço está incluída a coleta do efluente e o transporte até uma Estação de Tratamento de Esgoto, preparada para tratar e dar a destinação final adequada.

O que não deve ser feito, de maneira alguma, é remover o dispositivo de retenção de gordura para permitir o escoamento do material para a rede de coleta pública. Este descarte pode gerar entupimento na rede e danificar os equipamentos presentes em estações elevatórias e estação de tratamento.